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sexta-feira, 29 de novembro de 2013

MAQUIAGEM DE BALADA - Cut Crease


Maquiei a Ìris para seu aniversário que foi comemorado entre amigos em um barzinho. A Íris tem uma beleza do tipo invernal (caso você não entenda isto, vá até meus posts de Colorimetria para compreender melhor)...

Resolvi fazer a técnica cut crease para realçar mais ainda seus olhos azuis e me inspirei nas cores da blusa que ela iria usar.

Utilizei a paleta COLOR BLOCK  e também usei um pouco do pigmento lilás da minha marca favorita, o ATELIER PARIS.


Tiramos algumas fotos de lembrança... confiram o resultado abaixo!






terça-feira, 26 de novembro de 2013

MAQUIAGEM DE GUEIXA





O termo ‘Gueixa’, em japonês, correspondente aos ideogramas 芸者 que podem ser traduzidos por: “pessoa que exerce arte”. A origem remonta ao século XV e esta profissional tem, desde então, como função, servir e divertir uma clientela com sua conversação, arte e jogos, sendo um símbolo de elegância e etiqueta.
Antigamente certas famílias modestas vendiam suas jovens  e estas eram ensinadas a se tornarem Gueixas em casas dirigidas por uma ‘matrona’ denominada ‘Okaasan’, que era quem orientava a educação das jovens internas. No início da formação, as alunas eram obrigadas a realizar duras tarefas caseiras. Hoje em dia esta etapa ainda existe, mas não é  mais tão  longa quanto antes e dura apenas alguns meses.



Após demonstrarem algum talento (principalmente na arte da dança) e depois de um rápido teste, as aprendizes se tornam’ Minarai’, deixando, então,  de executar as tarefas domésticas e seguindo uma instrução artística. As ‘Minarai’ frequentemente são ligadas a uma casa de chá,  na qual  aprenderão   a sua tradicional cerimonia do chá.



Maiko (舞妓)
Ao concluírem a formação de ‘Minarai’, as aprendizes se tornam ‘Maiko’ (aprendizes de gueixas). O termo ‘Maiko’ é sobretudo usado em Kyoto, havendo outros termos em outras regiões do Japão. Durante este período de aprendizado, cada aprendiz fica sob a responsabilidade de uma Gueixa que lhe transmitirá seu saber e seus conhecimentos. A diferença  de idade é importante, pois é de uma pessoa mais velha que a ‘Maiko’ aprenderá a arte da conversação, aperfeiçoará a dança e o modo como toca instrumentos. Esta pessoa também lhe ajudará a escolher seu nome de Gueixa.

A Maiko se tornará ‘Gueixa’ após passar por  um teste que sancionará  seu  domínio de matérias artísticas diversas (música, dança) e a cerimônia do ‘mizu-age’.




A MAQUIAGEM
A maquiagem da Gueixa não é estática e vai evoluindo conforme sua experiência. Assim sendo, durante o tempo de aprendizado, a ‘Maiko’ se maquia de modo pesado. Quando se torna Gueixa, a maquiagem se transformará, tornando-se mais sóbria. Esta mudança não é anódina, pois ela marca a maturidade adquirida pela antiga aprendiz e reforça sua beleza sem artifícios.
No inicio de seu aprendizado, algumas ‘Maiko’ são ajudadas a se maquiar pelas ‘irmãs mais velhas’.  As ‘Maiko’ geralmente  enegrecem os dentes, adotando uma prática antiga oriental denominada "ohaguro » (お歯黒).



No primeiro ano de formação, a ‘Maiko’ (aprendiz de Gueixa) colore o lábio inferior de vermelho e o lábio superior é deixado branco. 

Depois do primeiro ano, o lábio superior  também será  colorido com a cor vermelha. A maquiagem dos lábios ainda será modificada quando a ‘Maiko’ se tornar Gueixa.

 Nos primeiros anos, o lábio superior da Gueixa será maquiado, enquanto o inferior ficará branco.

 Após os primeiros anos de trabalho, a Gueixa irá modificar a maquiagem dos lábios. Muitas vezes o lábio superior é totalmente maquiado de vermelho enquanto o inferior é apenas sublinhado com um lápis, sem que este traço siga a curvatura dos lábios.



Antigamente, a base de cor branca usada pelas Gueixas continha chumbo em sua composição, o que causava sérios problemas de saúde. Pouco a pouco este produto de maquiagem passou a ser elaborado com pó de arroz misturado à água, formando assim uma pasta que era aplicada no rosto com uma esponja, a fim de produzir um efeito mais liso e uniforme.  Para proteger o quimono, a base sempre é aplicada antes dele ser vestido.



A base deve cobrir não só o rosto, mas também o alto do tórax, as espáduas e a parte superior das costas. Somente um lugar situado na nuca (perto das raízes dos cabelos) fica sem maquiagem. Neste espaço desenha-se a forma de um ‘V’ ou um ‘W’, a fim de acentuar o erotismo da Gueixa.





                ALGUNS PRODUTOS USADOS NAS MAQUIAGENS DAS MAIKO E GUEIXAS:





1.       Pro Kabuki Abura
Trata-se de um óleo que será usado como um primer para preparar a pele. Ele é passado antes da base branca.




2.       Pro Ishineri Hair Wax
Cera que é usada para alisar os pelos faciais, como a sobrancelha. É um produto que deve ser amassado nos dedos para ser suavizado e então ser esfregado nos pelos que se deseja esconder (por exemplo nas sobrancelhas).





3.       Pro Kabuki Oshiroi
BASE DE MAQUIAGEM para rosto, pescoço e nuca
Esta é a pintura facial Shiro-Nuri (Doran). Para ser aplicado, este produto deve ser diluido em água.







4.       FACE POWDER Pro Kona Oshiroi
Pó facial que é aplicado para fixar a maquiagem.





5.       Pro Tonoko Rouge
Pintura facial branca que às vezes é misturada com uma segunda demão, na parte superior da face, para amolecer o branco que porventura tenha ficado muito duro.



 Kit japonês de produtos Japanese Kyoto ‘Maiko-han Oshiroi’


   

6.    Lápis preto e vermelho – lápis para a maquiagem de Geishas e Maikos

O lapis preto é usado para desenhar linhas finas da sobrancelha e o vermelho para delinear os lábios.





7.       Japanese Pro Black Lining Colour
Delineador usado para completar os detalhes da área dos lábios e olhos



8.Japanese Pro Red Lining Colour
Produto usado para realizar detalhes nos olhos e lábios mas também pode ser usado como batom.



Texto traduzido-adaptado por Kris Xiva e revisado por Cláudia Inês Rocha Vieira do seguinte site:
TRADUZIDO E ADAPTADO POR KRIS XIVA DOS SITES

domingo, 24 de novembro de 2013

MAQUIAGEM DE TEATRO


Caracterização de personagens da peça 'Les femmes savantes' (Molière)

A maquiagem teatral é o conjunto de elementos (pó, pintura, cores, materiais finos, látex, etc) que são aplicados na pele dos intérpretes (rosto ou corpo) com a finalidade de identificação simbólica ou puramente estética.
MENSAGENS VISUAIS
Evidentemente a maquiagem teatral não demanda um tempo de produção tão longo quanto a fabricação do cenário ou a confecção do figurino, mas seria ingênuo pensar que ela se reduz à aplicação rápida da base na estreia do espetáculo. A maquiagem teatral requer uma reflexão estética importante. Se efetivamente pode ser uma técnica eficaz para controlar o efeito da luz nos rostos e evitar que os atores pareçam bonecos brancos em cena, este tipo de  maquiagem sempre foi, em todos os tempos, um modo simbólico para exprimir as emoções e o caráter dos personagens. 
Caracterização de personagens da peça "Le Misanthrope" (Molière)

A maquiagem de teatro pode ser realista ou completamente poética, tornando-se algumas vezes uma verdadeira obra de arte (body painting). 
É importante ressaltar que esta maquiagem deve se integrar ao todo e é uma das coisas que os espectadores veem em primeiro lugar. Sua mensagem deve ser inteligível, forte, pertinente e não deve transmitir cores e formas estranhas aos propósitos da peça. Além disto, o maquiador deve estar presente durante os ensaios a fim de bem compreender em que universo se encontram os personagens. Ele pode também examinar  mais de perto os gestos faciais dos atores, a fim de criar maquiagens próprias para cada personagem, maquiagens estas  que venham se fundir sutilmente à interpretação de cada comediante.
O ser humano é o centro do trabalho do maquiador. Éléne Pearson, maquiadora profissional, diz adorar trabalhar sobre um suporte vivo, que fala e mexe: “É a pintura expressiva e viva que continua a viver em cena”!
Personagens da peça "Le médecin malgré lui" (Molière)

ESPAÇO CÊNICO
O maquiador, tendo em sua mente o espaço teatral e cênico, deve executar maquiagens teatrais que , de perto, podem parecer grotescas, mas, de longe, sejam pouco percebidas. Ele deve ter noção do espaço onde a peça será interpretada, pois a maquiagem de um mesmo personagem será feita de modo diverso, conforme a peça seja interpretada em um pequeno local ou imenso. Do mesmo modo, o maquiador deverá considerar as proporções da iluminação antes de finalizar seu trabalho, a fim de evitar que os atores projetem cores bizarras que poderiam atrapalhar o desenrolar do espetáculo.
Loge de Maquillage - Teatro de Nantes

A maior parte do trabalho do maquiador de teatro é executada antes da estreia, quando o figurino finalizado for experimentado e as maquiagens forem aplicadas pela primeira vez no rosto dos atores. Estes últimos integrarão as maquiagens assim como todos os outros acessórios do figurino. Se forem necessárias algumas modificações, estas poderão ser feitas, pois restarão ainda alguns dias antes da estreia ser efetivada. Geralmente o maquiador sabe que os intérpretes farão suas maquiagens ao longo da tournée e por isso deverá, muitas vezes, simplificar os gestos e técnicas para que os atores possam reproduzi-las de maneira fácil e confortável.


Voce sabia ?
 No teatro grego antigo, os atores usavam máscaras denominadas ‘persona’. Tais acessórios eram cruciais para que as pessoas da Cidade pudessem reconhecer os diferentes personagens que eram representados, fazendo uma identificação clara do caráter destes. Estas máscaras antigas, serviam, principalmente, para aumentar a voz daqueles que interpretavam. Persona significa, com efeito, “o que ressoa através”. Além disso, a noção de personagem emana também deste termo. Isto nos mostra então a importância da maquiagem, que funcionaria como uma máscara moderna que deve se fundir com a interpretação do ator para deixar ‘ressoar’ o personagem.


Tradução livre e adaptada feita por Kris Xiva  do artigo francêshttp://www.theatreenaction.com/superstitions.h
Ilustrações simbólicas garimpadas no google.fr
Agradecimentos: Revisão de Cláudia Inês M Rocha Vieira

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

AS SUPERSTIÇÕES NO TEATRO


O mundo do teatro está repleto de superstições. Se você , por alguma razão , for levado a trabalhar neste universo, é melhor conhecer algumas delas! Eis uma lista não exaustiva que garimpei no site francês “theatreenaction”. Não sei se no Brasil as superstições são exatamente as mesmas. Bem, como o teatro grego, o italiano e o francês são referências para o mundo teatral ocidental, imagino que alguns mitos se repitam por aqui também. Aceitamos informações de atores e pessoas que trabalhem com o teatro no Brasil, para o post ficar mais completo....



PALAVRAS PROIBIDAS

BOA SORTE
Acredita-se que traz azar o fato de alguém desejar ‘boa sorte’ para um ator ou um membro da produção. Então, para  se evitar um desastre, consagrou-se utilizar a expressão francesa: “Merde”! Esta expressão dataria da época em que os espectadores usavam carroças para se transportarem e estas ficavam estacionadas na frente da entrada do teatro. Enquanto esperavam, os cavalos defecavam e a quantidade de fezes que ali deixavam era diretamente proporcional ao número de espectadores, por isso, desejar ‘beaucoup de merdes’ para os artistas é algo bem vindo.

CORDA
Da mesma forma, a palavra ‘corda’ não deve ser falada dentro de um teatro, nem mesmo nos camarins ou bastidores. A pessoa que por acaso pronunciar esta palavra, deve pagar uma multa que consiste em uma rodada de vinho branco. A origem desta superstição viria dos primeiros maquinistas que eram marinheiros. Em um barco, diversas cordas são usadas para se fazer manobras e cada uma destas tem uma denominação diferente (filin, ganse, etc). A palavra ‘corda’ designa aquela que é usada para tocar o sino com o qual os mortos são saudados.



ASSOBIAR
Não se deve de forma alguma assobiar em cena ou nos bastidores. Acredita-se que isto provoque os assobios do público. Esta superstição vem da época em que os diretores da peça usavam assobios codificados para se comunicarem  sobre as mudanças de cenários. Caso outras pessoas assobiassem, poderiam confundir e atrapalhar o bom desenvolvimento da técnica do espetáculo.

AS FLORES
Oferecer cravos não é de bom tom. Isto se deve a um costume do século XIX, quando os artistas tinham contratos anuais. Quando o diretor mandava entregar rosas a uma atriz, isto queria dizer que ele renovaria seu contrato, porém se ela recebia cravos, flores que custavam menos, isto significava que estava sendo demitida.



A COR VERDE
Esta cor era considerada maléfica no mundo do espetáculo (exceto para os palhaços). Esta superstição deve ter sua origem nos dispositivos de iluminação do século XIX, que não eram capazes de valorizar os tons verdes. Se alguns artistas morreram porque usaram roupa verde, isto pode ser atribuído aos efeitos tóxicos do óxido de cobre ou de cianureto que estavam presentes na tinta verde que era usada para fabricar roupas.



OS FANTASMAS
A tradição reza que o teatro deve ser fechado pelo menos uma noite por semana a fim de permitir aos fantasmas representarem suas próprias peças. Geralmente isto é feito às segundas feiras, o que também permite aos atores descasarem do trabalho do fim de semana.

Da mesma forma, deve-se sempre deixar uma luz acesa no teatro. Muitos acreditam que esta luz teria o poder de afastar os fantasmas, enquanto outros acreditam que ela lhes permitiria ver melhor. Talvez esta fraca luz seja útil para impedir que os atores tropecem ou se machuquem por causa da escuridão. 



TRADUZIDO E ADAPTADO POR KRIS XIVA
REVISÃO: CLÁUDIA INES ROCHA VIEIRA

LE MANOIR DE PARIS


O Manoir de Paris é uma casa de shows de terror que está situada no bairro da Gare de l´Est, em Paris. Trata-se de um local onde ocorre um espetáculo inspirado nas casas assombradas americanas, mas totalmente adaptado para o universo francês. Assim sendo, o Manoir recriou 13 lendas antigas de horror parisiense em 1000 m2. 


A casa foi classificada como monumento histórico e é dividida em dois andares onde são reproduzidos os lugares com as mais sombrias lendas parisienses. Ao percorrer estes 13 universos interativos, os espectadores encontram atores caracterizados de fantasmas, esqueletos, sombras, estátuas, manequins vivos, açougueiros com cara de porco, feiticeiros, mulheres mutantes e vampiros que representam e interagem com o público. Todos são maquiados e caracterizados de forma impecável.


Um resumo das lendas invocadas:
  1. AS CATACUMBAS DE PARIS
Philibert Aspairt se aventurou no dia 3 de novembro de 1793 nas catacumbas do convento de Val de Grâce. Nunca mais voltou. Seu corpo foi descoberto onze anos mais tarde. Um molho de chaves permitiu a identificação de seu esqueleto.

2.            O CROCODILO DOS ESGOTOS DE PARIS

Em março de 1984, os operários que trabalhavam sob a Pont Neuf descobriram um animal de 1 metro de comprimento, tratava-se de um crocodilo do Nilo.



3.            O FANTASMA DA ÓPERA: 

De acordo com a lenda, um monstro desfigurado assombrava a Ópera de Paris. Misteriosos eventos aconteceram no fim do século XIX confirmando estes rumores. No dia 20 de maio de 1886, o grande lustre da sala caiu, matando uma pessoa durante a representação de Faust de Gounod. Por ironia do destino, este espectador estava assentado na cadeira número 13. 



4.            A PRISÃO DO MÁSCARA DE FERRO: 

No dia 19 de novembro de 1703, morreu o máscara de ferro, um dos prisioneiros mais famosos da história francesa. Qual seria a identidade deste misterioso prisioneiro que sempre usava uma máscara de veludo negro?


5.            O PORÃO DE VAMPIROS:

 Lestat de Lioncourt, um nobre francês se transformou em vampiro ao longo do século XVIII. Antes de deixar Paris, deixou seu teatro para Armand, o mais velho vampiro da terra.



6.            O METRÔ DE PARIS: 

No dia 16 de maio de 1937, uma mulher jovem foi encontrada assassinada na linha 8 do metrô parisiense. Trata-se de Laetitia Toureaux, única passageira do vagão de primeira classe.

7.            O CEMITÉRIO PERE LACHAISE: 

Inaugurado no dia 21 de maio de 1804, este local é conhecido em todo mundo por abrigar a sepultura de pessoas célebres , mas também por seus mistérios. Acredita-se que diversas missas negras sejam lá celebradas e que algumas tumbas levem diretamente às catacumbas.



8.            O FANTASMA DO JARDIN DES TUILERIES: 

Em 1564, a rainha Catherine de Medicis decidiu adquirir um terreno próximo ao Louvre, onde residia, para ali construir o palácio das Tuileries. Além de dois telhadeiros, lá também morava um açougueiro conhecido sob o nome de Jean l´Ecorcheur que foi assassinado a mando da rainha por conhecer muitos de seus segredos. No momento de sua morte, Jean lançou uma sombria predição: “Eu voltarei”...


9.            A BIBLIOTECA DO ALQUIMISTA: 

Um dos mais célebres alquimistas, Nicolas Flamel (que viveu de 1330 a cerca de 1418), era livreiro na rue des Ecrivains, em Paris. Fulcanelli, o misterioso autor do ‘Mistério das Catedrais’ teria descoberto a Grande Obra no século XIX.

10.          O CONFEITEIRO SANGUINÁRIO: 

Em 1387, vários estrangeiros desapareceram em Paris. Eles foram vítimas de um barbeiro louco que cortava suas gargantas a mando de um confeiteiro vizinho. Este último, após moer os corpos, realizava suculentos patês que eram vendidos em seu comércio.


11.          O CABARET DOS ASSASSINOS: 

Frequentado por artistas famosos como Picasso, Debussy ou Maupassant, o cabaret Lapin Agile é um dos mais antigos estabelecimentos parisienses deste gênero. Localizado em Montmartre, denominado em 1860 “Au rendez-vous des voleurs”, foi, durante um certo tempo conhecido pelo nome  de “Cabaret dos assassinos”...



12.          CARRANCAS E QUIMERAS: 

A lenda conta que, de noite, as carrancas e os monstros de Notre Dame de Paris se transformam em seres vivos para amedrontar os maus espíritos. Monstros híbridos entre o animal e o humano, estes animais fantásticos, esculpidos em pedras, seriam os guardiões do Bem.

13.          O CORCUNDA DE NOTRE DAME DE PARIS: 

Quasimodo é o personagem principal do célebre romance de Victor Hugo, Notre Dame de Paris. Este personagem amedrontador, desfigurado, vivia nas torres da catedral. Aplaudido e vaiado pela multidão, o corcunda de Notre Dame fascinava o povo como um monstro.




Traduzido e adaptado por Kris Xiva e revisado por Cláudia Ines P de Macedo Rocha,  dos seguintes artigos:

terça-feira, 12 de novembro de 2013

SIMBOLISMO DOS TONS FRIOS - A COR AZUL




O azul simboliza a idealização, o sonho, o gelo, a água, a feminilidade. Esta cor provoca uma sensação de introspecção. É a cor do frio, mas também é considerada uma cor sagrada que não parece pertencer ao mundo terrestre. Para os budistas, o azul é a cor da sabedoria transcendental e para os astecas, seria a cor do sol (este astro era denominado por este povo “príncipe de turquesa”)... A cor azul também era um dos atributos de Júpiter e de sua esposa, Juno, deus e deusa do céu para os romanos.

No início do cristianismo, os primeiros cristãos escolheram a cor azul para simbolizar Deus todo poderoso.
O azul também é símbolo da água que limpa, alimenta e refresca. Elemento que transforma as substancias dissolvendo-as. Assim sendo, a água “santifica e consagra a vida daquele que é batizado.”
O azul claro é associado à cor da melancolia. Evoca também a dureza do aço. Enquanto o azul céu provocaria a sensação de espaço.



O azul escuro traz equilíbrio enquanto acentua as formas. Psicologicamente falando, ele tem um efeito construtivo.

O azul verde-claro é associado ao silencio e à ordem.



O azul representa o céu, o infinito, o além, o mar, os grandes espaços e a liberdade.

É uma cor calma que induz o repouso. Para os Egípcios, representava as forças vitais. O azul era a cor da alma do Rei dos Reis.



O azul, frequentemente representado pela transparência, seria uma cor imaterial que pertence às energias da imaterialidade. O azul feito de profundezas e irrealidades nos traz uma promessa de liberdade e harmonia. 

Simboliza a calma de um mar tranquilo e feminino assim como a ternura e o amor da vida. Na decoração ele aumentaria os espaços, tornando-os luminosos. As roupas azuis enviam vibrações de equilíbrio e harmonia. Cor extremamente indicada para as pessoas angustiadas, excitadas, por ser relaxante e benéfica para os nervos.


Na medicina, a cor azul é aconselhada para acalmar as nevralgias, a asma, os reumatismos, as crises nervosas e a hipertensão por causa de suas propriedades analgésicas e antiespasmódicas.

Carater psicológico da cor azul: conservador, sensitivo, sério, consciencioso.







Cor do quinto chacra, o azul simboliza a comunicação, a expressão da tranquilidade e da criatividade.




TRADUZIDO E ADAPTADO POR KRIS XIVA DO ARTIGO SOBRE AS CORES: